1 de fevereiro, 2017

Por que a vitamina D é essencial para a saúde?

Confira quais alimentos são fontes de vitamina D e qual a sua importância para o organismo

A vitamina D é conhecida pela facilitação da absorção do cálcio, e a consequente manutenção da saúde óssea, redução do risco de osteoporose, assim como um melhor controle dessa doença, quando ela já existe. A nutricionista Ana Luísa de Souza Barreto, da Realfood Nutricare afirma que, além disso, alguns estudos também mostram que a vitamina possui funções importantes na força muscular, nos sistemas circulatório e imunológico, e no tratamento e prevenção de doenças.

Ana Luísa explica que a vitamina D se diferencia das outras vitaminas por ser um hormônio esteroide lipossolúvel, pois é sintetizada pelo nosso organismo através do contato da nossa pele com a luz solar. “A falta de vitamina D geralmente é assintomática, ou seja, a maioria das pessoas não percebe facilmente. Mas, pode ser associada com alterações constantes nos sistemas citados acima, como por exemplo, perda óssea, fraqueza ou dores nos ossos, cansaço, dor e fadiga muscular, adoecer ou contrair infecções com frequência”, esclarece.

Poucos alimentos são realmente ricos em vitamina D. A nutricionista revela que, de forma geral, os peixes oleosos são as principais fontes, principalmente o óleo de fígado de bacalhau, atum enlatado, salmão e sardinha. “Outras fontes são a gema do ovo, cogumelos e o bife de fígado. Atualmente, os derivados de leite também são fontes ricas da vitamina, mas somente porque eles são artificialmente enriquecidos”, relata.

Por isso, a suplementação é uma alternativa à deficiência de vitamina D. Segundo Ana Luísa, por passar muito tempo em lugares fechados e não se expor ao sol – e quando o fazem é com proteção solar – a maioria das pessoas que vivem em um ambiente urbano é carente em vitamina D. Além disso, em gestantes e idosos essa suplementação é necessária, pois sua deficiência pode causar alterações mais significativas nesses grupos. Sempre mediante a indicação e orientação de um médico. “Mas é bom lembrar que mesmo com a suplementação, é importante buscar a exposição ao sol diária, por aproximadamente 20 minutos no início da manhã ou no final da tarde, sem filtro solar, com pelo menos os braços e pernas expostos”, recomenda.

A deficiência de vitamina D pode ser comprovada através do exame de sangue, que dosa os níveis desse elemento. Dependendo dos resultados, o médico avalia a insuficiência ou deficiência e a necessidade de suplementação. De acordo com a nutricionista, se o padrão de exposição solar melhorar e pequenas alterações na alimentação também forem feitas, a dose de suplementação diária será pequena ou não será necessária. Mas nos grupos de mais risco e em deficiências mais graves, as doses provavelmente serão mais elevadas. Em todos os casos, entretanto, a orientação médica é essencial.

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